ECO mode Seat Ateca 2018 Manual do proprietário (in Portuguese)
[x] Cancel search | Manufacturer: SEAT, Model Year: 2018, Model line: Ateca, Model: Seat Ateca 2018Pages: 372, PDF Size: 7.49 MB
Page 98 of 372

Segurança
Classificação das cadeiras de criança
por c l
a
sses Só devem ser utilizadas cadeiras para crian-
ças, ofic
i
almente homologadas e adequadas
para ela.
Estas cadeiras são homologadas de acordo
com a norma ECE-R 44 ou ECE-R 129. ECE-R
significa: regulamento da Comissão Econó-
mica Europeia.
As cadeiras de criança estão divididas em 5
classes:
Classe 0: até 10 kg (até 9 meses aprox.)
Classe 0+: até 13 kg (até 18 meses aprox.)
Classe 1: de 9 a 18 kg (até aos 4 anos
aprox.)
Classe 2: de 15 a 25 kg (até aos 7 anos
aprox.)
Classe 3: de 22 a 36 kg (mais de 7 anos
aprox.)
As cadeiras de criança homologadas de acor-
do com a norma ECE-R 44 ou ECE-R 129 os-
tentam na cadeira a marca ECE-R 44 ou ECE-R
129 (um E maiúsculo inserido num círculo e
por baixo o número de homologação).
Na montagem e utilização de uma cadeira de
criança devem ser tidas em conta as disposi- ções legais correspondentes e as instruções
do re
s
petivo fabricante.
Recomendamos que tenha sempre no veícu-
lo, junto com a documentação de bordo, o
manual de instruções da cadeira de criança,
fornecido pelo fabricante.
A SEAT recomenda a utilização de cadeiras
para crianças do Catálogo de Acessórios Ori-
ginais. Estas cadeiras foram selecionadas e
testadas para serem utilizadas em veículos
SEAT. Nos concessionários SEAT pode adqui-
rir a cadeira apropriada para o seu modelo
de veículo e classe etária da criança.
Assentos para meninos por categorias de ho-
mologação
As cadeiras para crianças podem ter a cate-
goria de homologação universal, semiuniver-
sal, específica para um veículo (todas segun-
do o regulamento ECE-R 44) ou i-Size (segun-
do o regulamento ECER 129).
● Universal: as c
adeiras para crianças com a
homologação universal podem montar-se em
todos os veículos. Não é necessário consul-
tar nenhuma lista de modelos. No caso da
homologação universal para ISOFIX, a cadei-
ra para crianças tem consigo adicionalmente
um cinto de fixação superior (Top Tether).
● Semiuniversal: a homologação semiu
niver-
sal exige, além dos requisitos padrão da ho-
mologação universal, dispositivos de segu-
rança para fixar a cadeira para crianças que requer testes adicionais. As cadeiras para cri-
anças c
om a homologação semiuniversal le-
vam incluída uma lista dos modelos de veí-
culos nos quais se podem montar.
● Específica para um veículo : a homologação
e
specífica para um veículo exige um teste di-
nâmico da cadeira para crianças para a cada
modelo de veículo em separado. As cadeiras
para crianças com a homologação específica
para um veículo incluem também uma lista
com os modelos de veículos nos quais se po-
dem montar.
● i-Size: as cadeiras para crianças com a ho-
molog
ação i-Size deverão cumprir os requisi-
tos prescritos no regulamento ECE-R 129 no
que se refere à montagem e a segurança. Os
fabricantes de cadeiras para crianças poder-
-lhe-ão indicar quais as cadeiras têm a ho-
mologação i-Size para este veículo.
Sistemas de fixação Dependendo do país, utilizam-se diferentes
s
i
s
temas de fixação para montar as cadeiras
para crianças de forma segura.
Sinopse dos sistemas de fixação
● ISOFIX: ISOFIX é um si
stema de fixação pa-
drão que permite uma fixação rápida e segu-
ra das cadeiras para crianças no veículo. A fi-
xação ISOFIX estabelece uma união rígida en-
tre a cadeira para crianças e a carroçaria.
96
Page 124 of 372

Utilização
● Hor a
›
›
› Página 122.
● Indicações de navegação.
● Temperatura exterior ›››
Página 42.
● Bússola ››› Página 122
.
● Posição da alavanca seletora ›››
Pági-
na 205.
● Mudança recomendada (caixa de velocida-
des m
anual) ›››
Página 42.
● Indicador multifunções (MFA) e menus com
divers
as opções de configuração ›››
Pá-
gina 37.
● Indicador de intervalos de serviço
›››
Página 44.
● Segundo indicador de velocidade ›››
Pági-
na 122.
● Alerta da velocidade ›››
Página 43.
● Indicador do estado do sistema Start-Stop
›››
Página 221.
● Indicação do estado da gestão de cilindros
ativa (ACT ®
)* ›
›› Página 214
● Sinais reconhecidos pelo sistema de dete-
ção de sinai
s de trânsito ››› Página 262
● Estado do andamento de baixo consumo
(ECO) ›
›› Página 123
● Letras de identificação do motor (MKB)
›››
Página 123.
Quilometragem
O conta-quilómetros total regista a quilome-
tragem total percorrida pelo veículo. O conta-quilómetros parcial
(trip) indic
a o
número de quilómetros ou milhas percorri-
dos desde a última vez que o conta-quilóme-
tros foi colocado a zero. O último dígito indi-
ca troços de 100 m ou de 1/10 de milha.
● Pressione brevemente o botão ›››
Fig. 119
4 para repor o conta-quilómetros parcial a
0.
● Mantenha pressionado o botão 4 durante
3 se gu
ndo
s e visualizará o valor anterior.
Hora
● Para ajustar a hora, mantenha pressionado
o botão ›››
Fig. 119 4 durante mais de 3 se-
gu ndo
s
para selecionar o indicador de horas
ou de minutos.
● Para prosseguir a configuração, pressione
a part
e superior ou inferior do botão 4 . Para
que o s
númer
os se sucedam rapidamente,
manter o botão pressionado.
● Pressione novamente o botão 4 para fina-
liz ar a c
onfigur
ação da hora.
O ajuste da hora também pode efetuar-se no
sistema Easy Connect através do botão e
do botão de f u
nção
AJUSTES > Data e
hora ›››
Página 33.
Bússola
Com a ignição ligada e o sistema de navega-
ção ligado, no ecrã do painel de instrumen- tos será visualizado o ponto cardinal corres-
pondente à direção do
veículo.
Posição da alavanca seletora
A posição atual da alavanca seletora apare-
cerá tanto no ecrã do painel de instrumentos
como ao lado da própria alavanca. Nas posi-
ções D e S, bem como com o tiptronic, no
ecrã será visualizado também a mudança
correspondente.
Mudança recomendada (caixa de velocida-
des manual)
Durante a condução, é indicada no ecrã do
painel de instrumentos a mudança recomen-
dada para poupar combustível ›››
Pági-
na 42.
Segundo indicador de velocidade (m.p.h. ou
km/h)
Além da indicação do velocímetro, durante a
condução pode ser visualizada a velocidade
noutra unidade de medida (em milhas ou em
km por hora).
Nos modelos destinados a países nos quais
é obrigatório visualizar permanentemente a
segunda velocidade, esta opção não pode
ser desativada.
Os ajustes do segundo indicador de veloci-
dade podem ser efetuados com o sistema Ea-
sy Connect através do botão e do botão
122
Page 206 of 372

Utilização
para ligá-lo ›››
Págin
a 260 . Tanto as interven-
ções do ESC como as do ASR, EDS e do siste-
ma ABS se adaptam a terrenos de firme irre-
gular.
Nas seguintes situações excecionais pode fa-
zer sentido ativar o modo Offroad para possi-
bilitar que as rodas patinem:
● «Baloiçar» o veículo para o desatolar.
● Condução com neve espessa ou em super-
fície pouco e
stável.
● Na condução em pisos irregulares com ro-
das
submetidas a grande carga (cruzamento
dos eixos).
● Descidas pronunciadas com travagem so-
bre terr
eno não pavimentado.
Por sua segurança, recomendamos-lhe que
desative o modo Offroad quando não for ab-
solutamente necessário.
Desligar o modo “Offroad” do ESC
Mediante o comando rotativo (Driving
Experience button) selecione um modo de
condução diferente ››› Página 260.
ESC em modo «Snow» 1)
Mediante o comando rotativo (Driving
Experience button) selecione o modo
«Snow» para ligá-lo ››› Página 260. As inter- venções do controlo de tração ASR adaptam-
-se à aderênc
ia de estradas com neve.
Desligar o modo «Snow» do ESC
Mediante o comando rotativo (Driving
Experience button) selecione um modo de
condução diferente ››› Página 260. ATENÇÃO
O ESC Sport deve apenas ativar-se quando a
sit uação de trân
sito e a perícia do condutor
assim o permitirem: Piso escorregadio!
● Com o ESC no modo Sport, a função estabi-
lizador
a fica limitada, para poder permitir
uma condução mais desportiva. As rodas mo-
trizes poderiam patinar e o veículo poderia
derrapar. ATENÇÃO
Só deveria ativar o modo Offroad ou só deve-
ria de s
ativar o ASR se a experiência do con-
dutor e a situação do tráfego o permitirem.
Piso escorregadio!
● Com o modo Offroad ativado, a função de
est
abilização está limitada. Sobretudo se a
calçada estiver lisa e escorregadia, as rodas
motrizes podem patinar e o veículo pode der-
rapar. Aviso
Se se desligar o ASR ou o ESC ou se selecio-
nar o modo S
port, desliga-se o regulador de
velocidade*. Caixa de velocidades manual
Mud ar a
s velocidades Leia atentamente a informação complemen-
tar
›
›› Página 50
Em alguns países, o pedal da embraiagem
tem de estar pressionado a fundo para que o
motor comece a funcionar.
Selecionar a marcha-atrás
● Engrene a marcha atrás apenas quando o
veíc u
lo estiver parado.
Passar para mudanças mais baixas
Em andamento, a engrenagem de uma mu-
dança mais baixa deve ser realizada sempre
progressivamente, isto é, para a mudança
imediatamente abaixo e quando o regime do
motor não for demasiado elevado ››› . As
r eduçõe
s
com omissão de mudanças a alta
velocidade ou em regimes elevados do motor
podem causar danos na embraiagem e na 1)
Só para modelos 4Drive.
204
Page 214 of 372

Utilização
Aviso
● O modo de inérc i
a está disponível no modo
de condução eco (SEAT Drive Profile*).
● A indicação para o condutor Inércia só é
vi
sualizada com o consumo atual. No modo
de inércia, já não é visualizada a mudança
(por ex., aparecerá «E» em lugar de «E7»).
● Em pendentes com inclinação superior a
15 %, o modo de inérci
a desliga-se automati-
camente, de forma provisória. Programa de emergência
Existe um programa de emergência para os
c
a
so
s de avaria do sistema.
Se o ecrã do painel de instrumentos apresen-
tar todas as posições da alavanca seletora
sobre um fundo claro, significa que existe al-
guma anomalia no sistema, e a caixa de velo-
cidades automática funcionará com o progra-
ma de emergência. Com o programa de emer-
gência ainda é possível conduzir o veículo,
embora a velocidade reduzida e não estando
todas as mudanças disponíveis. Em alguns
casos, é possível que não possa conduzir em
marcha-atrás. CUIDADO
Se a caixa de velocidades funcionar com o
progr am
a de emergência, visite imediatamen-
te um oficina especializada para que a avaria
seja reparada. Embraiagem
Embraiagem sobreaquecida! Es-
pere, por favor!
A embr aiag
em sobreaqueceu e pode ficar da-
nificada. Para e espere que a caixa de veloci-
dades arrefeça com o motor em funciona-
mento (ao ralenti) e a alavanca seletora na
posição P. Quando o aviso e a indicação para
o condutor desligarem, visite rapidamente
uma oficina especializada para que a avaria
seja reparada. Se o aviso e a indicação para
o condutor não desligarem, não continue a
viagem. Contacte um serviço de assistência
técnica.
Anomalias na caixa de velocidades Caixa de velocidades: anoma-
lia! Pare e coloque a alavanca
em P
Exi s
te uma anomalia na caixa de velocida-
des. Para o veículo num lugar seguro e não
continue a viagem. Contacte um serviço de
assistência técnica.
Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode continuar a
viagem
Não demore muito a visitar uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode prosseguir,
com limitações. Marcha-atrás de-
sativada
Dirija- se r
apidamente a uma oficina especia-
lizada para que a avaria seja reparada.
Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode prosseguir
em D até desligar o motor
Retire o veículo da circulação do trânsito e
imobilize-o num lugar seguro. Contacte um
serviço de assistência técnica. Caixa de velocidades: demasi-
ado quente. Adapte a condução em
conformidade
Continue a viagem com moderação. Quando
o aviso desligar, pode continuar a conduzir
normalmente. Caixa de velocidades: acione
o travão e volte a engrenar uma
gama de mudanças
Se a incidência tiver sido produzida por uma
elevada temperatura da caixa de velocida-
des, esta indicação para o condutor será
apresentada quando a caixa arrefecer nova-
mente.
212
Page 215 of 372

Condução
Direção Dir eção el
etr
omecânicaA direção assistida eletromecânica apoia os
mov
iment
os de direção do condutor.
A direção assistida eletromecânica adapta-se
eletronicamente em função da velocidade do
veículo, binário de rotação e ângulo de rota-
ção.
Em caso de falha na direção assistida ou com
o motor parado (por ex., rebocagem) o veícu-
lo continua a poder ser totalmente controla-
do. Mas é necessária mais força para guiar.
Luzes de controlo e indicações para o condu-
tor (em vermelho) Direção avaria-
da! Estacionar o veículo
Se a luz de controlo se mantiver acesa e for
apresentada a indicação para o condutor, po-
de tratar-se de uma avaria na servo direção.
Não prossiga a viagem. Contacte um serviço
de assistência técnica. (em amarelo) Direção: anoma-
lia no sistema! Pode continuar a
viagem
Se se acender a luz de controlo, a direção po-
de reagir com maior dificuldade ou com mais
sensibilidade do que costume. Além disso, ao viajar em linha reta, o volante pode ficar
vir
a
do.
Conduza lentamente até uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. (em amarelo) Bloqueio da di-
reção: avaria! dirija-se a um
concessionário
Existe uma anomalia no bloqueio eletrónico
da direção.
Visite assim que possível uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. ATENÇÃO
Trate imediatamente de reparar a anomalia
do si s
tema numa oficina especializada: risco
de acidente! Aviso
Se a luz de controlo (em vermelho) ou
(em am
arelo) se acender brevemente, pode
prosseguir a viagem. Rodagem e condução económi-
c
a
R od
agem do motor Um veículo novo precisa de fazer uma roda-
g
em, num tr
aj
eto que deverá cifrar-se em 1.500 km. Nos primeiros 1000 quilómetros
não ultrap
asse 2/3 do regime máximo ad-
missível. Não acelere ainda a fundo e não cir-
cule com reboque! Entre os 1000 e 1500 km
pode-se ir aumentando o regime e, conse-
quentemente, a velocidade.
Durante as primeiras horas de funcionamen-
to o atrito interno do motor é maior do que
mais tarde, depois de todas as peças móveis
se terem ajustado entre si.
O estilo de condução nos primeiros 1.500
km influencia a qualidade do motor. Poste-
riormente, conduza também com um regime
moderado, especialmente com o motor a frio,
reduzindo assim o desgaste do mesmo e au-
mentando a quilometragem possível.
Não conduza num regime demasiado baixo.
Selecione uma mudança mais baixa quando
do motor deixar de funcionar «uniformemen-
te». Os regimes do motor excessivos fazem
com que a injeção de combustível seja corta-
da de forma a proteger o motor.
Características ecológicas O respeito pelo meio ambiente desempenha
um p
apel
impor
tante no desenho, na seleção
dos materiais e no fabrico do seu novo SEAT. »
213
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
Page 262 of 372

Utilização
Ajuste do perfil de condução Fig. 213
Consola central: Comando rotativo
(Driv in
g Experienc
e button). Pode selecionar entre os perfis
Eco, Normal ,
Sport , Individual , Offroad1)
e Snow 1)
d a
s
formas seguintes:
● gire o comando rotativo (Driving Experience
button) a
s vezes necessárias até que o perfil
desejado fique iluminado no ecrã do sistema
Easy Connect e também no mesmo comando
rotativo ››› Fig. 213.
● OU: selecione o perfil desejado no ecrã tác-
til
do sistema Easy Connect, no menu que se
abre ao girar o comando rotativo (Driving
Experience button).
Dentro da cada perfil existe a possibilidade
de visualizar as suas características pressio- nando o botão tátil do ecrã do sistema Easy
Connect
Inf
ormação do perfil.
No perfil Individual é possível configurar
as características do veículo através do bo-
tão tátil do ecrã do sistema Easy Connect
Ajustes do perfil .
Um ícone no ecrã do sistema Easy Connect
informa do perfil ativo, quando este é dife-
rente do Normal . O seletor indica mediante
uma luz LED vermelha o perfil selecionado.
Perfil de
conduçãoCaraterísticas
Eco
Coloca o veículo num estado de consumo
particularmente baixo, favorecendo um
estilo de condução poupado e respeita-
dor do meio ambiente.
NormalOferece uma sensação de condução equi-
librada, tornando-o ideal para utilização
quotidiana.
SportConfere ao veículo um comportamento
global dinâmico, o que permite uma con-
dução mais desportiva.
Indivi- dualPermite personalizar a configuração. As
funções que se podem ajustar dependem
do equipamento do veículo.
Offroad a)Ajusta os parâmetros do veículo para
manter uma condução ótima fosse de es-
trada.
Perfil de
conduçãoCaraterísticas
Snow a)Ajusta o comportamento do veículo para
condução em firme deslizante, otimizan-
do a tração e manobrabilidade.
a)
Só para modelos 4Drive. ATENÇÃO
Quando utilizar o SEAT Drive Profile, preste
atenção ao trân s
ito; caso contrário, pode so-
frer ou provocar um acidente. Aviso
● Ao des lig
ar o veículo, este manterá sempre
o perfil de condução que se encontrava sele-
cionado no momento de desligar a ignição.
No entanto, ao voltar a arrancar, o motor e a
caixa de velocidades iniciarão no ajuste sele-
cionado. Para que o motor e a caixa de veloci-
dades voltem à posição desejada, volte a se-
lecionar o perfil de condução correspondente
no ecrã ou através de sucessivas pressões do
botão do sistema Easy Connect.
● Ao voltar a arrancar o veículo após ter utili-
zado o per
fil Offroad ou Snow, o sistema
ativa-se sempre em perfil Normal.
● A velocidade e o estilo de condução devem
adapt
ar-se sempre às condições de visibilida-
de, clima e tráfego. 1)
Só para modelos 4Drive.
260
Page 301 of 372

Dispositivo de engate para reboque e reboque*
Carregar um reboque Massa rebocável máxima tecnicamente ad-
mis
sív
el e carga vertical sobre o acoplamen-
to
A massa rebocável máxima tecnicamente ad-
missível é a massa que o veículo pode rebo-
car ››› . A carga vertical sobre o acoplamen-
to é a c ar
ga que se exerce na vertical desde
cima sobre o engate de bola do dispositivo
de reboque ››› Página 341.
Os dados sobre a massa rebocável e a carga
vertical sobre o acoplamento que figuram na
placa de modelo do dispositivo de reboque
são apenas valores experimentais. Os valo-
res relativos ao veículo, com frequência infe-
riores a estes valores, figuram na documen-
tação do veículo. Os dados na documenta-
ção do veículo sobrepõem-se aos aqui apre-
sentados.
Para favorecer a segurança durante a mar-
cha, a SEAT recomenda aproveitar sempre ao
máximo a carga vertical máxima tecnicamen-
te admissível sobre o acoplamento ›››
Pági-
na 292. Uma carga de apoio insuficiente pre-
judica o comportamento do conjunto veícu-
lo/reboque.
A carga vertical faz aumentar o peso sobre o
eixo traseiro, reduzindo a carga útil do veícu-
lo. Massa do conjunto veículo trator e reboque
Por m
a
ssa do conjunto entende-se a soma
das massas efetivas do veículo trator e do re-
boque carregados.
Em alguns países, os reboques estão classifi-
cados em categorias. A SEAT recomenda in-
formar-se numa oficina especializado sobre
quais são os reboques mais adequados para
o veículo.
Carregar um reboque
O conjunto veículo trator e reboque deverá
estar equilibrado. Para isso, deve-se aprovei-
tar ao máximo a carga vertical máxima tecni-
camente admissível sobre o acoplamento e
se distribuir a carga uniformemente entre a
parte traseira e a parte dianteira do reboque:
● Distribua a carga no reboque de modo a
que os o
bjetos pesados fiquem o mais próxi-
mo possível do eixo ou sobre este.
● Prenda a carga do reboque corretamente.
Pres
são de ar dos pneus
A pressão dos pneus do reboque é regida pe-
la recomendação do fabricante do mesmo.
Quando levar um reboque, encha os pneus
do veículo trator com a pressão máxima per-
mitida ›››
Página 329. ATENÇÃO
Se excedem-se a massa máxima autorizada
por eix o
, a carga vertical máxima tecnicamen-
te admissível sobre o acoplamento ou a mas-
sa máxima autorizada do veículo ou do con-
junto veículo trator e reboque, podem produ-
zir-se acidentes e lesões graves.
● Nunca ultrapasse os valores indicados!
● O peso atual sobre os eixos dianteiro e tra-
seiro não deverá e
xceder nunca a massa má-
xima autorizada por eixo. O peso dianteiro e
traseiro do veículo não deverá exceder nunca
a massa máxima autorizada. ATENÇÃO
Uma deslocação da carga poderia pôr em pe-
rigo a e s
tabilidade e a segurança do conjunto
veículo trator e reboque, o que poderia provo-
car acidentes e lesões graves.
● Carregue o reboque sempre corretamente.
● Fixe sempre a carga com correias de amar-
ração ou fita
s de fixação adequadas e em
bom estado. Viagens com reboque
Ajustar os faróis
Quando se l
ev
a um r
eboque engatado, a par-
te dianteira do veículo poderia elevar-se e, se
a luz de médios estiver acesa, poderia en-
candear a outros utilizadores da via. Baixe, »
299
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
Page 304 of 372

Utilização
Montagem posterior de um dispositi-
v o de r
e
boque Fig. 237
Quotas e pontos de fixação para a
mont ag
em po
sterior de um dispositivo de re-
boque. A SEAT recomenda que se dirija a uma oficina
e
s
pec
ializada para a montagem posterior de
um dispositivo de reboque. É provável, por exemplo, que seja necessário adaptar o sis-
tema de r
efrigeração ou montar chapas de
proteção térmica. A SEAT recomenda que se
dirija a um concessionário SEAT.
Se se montar posteriormente um dispositivo
de reboque, dever-se-ão ter sempre em conta
as quotas de distância. A distância entre o
centro da rótula e a estrada ››› Fig. 237 D nunca poderá ser inferior à indicada. Isto re-
g
e t
ambém c
om o veículo a plena carga, in-
cluindo a carga vertical máxima tecnicamen-
te admissível sobre o acoplamento.
Quotas de separação ››› Fig. 237:
Pontos de fixação
932,5 mm
mín. 65 mm
350-420 mm
220 mm
615,5 mm
1,043 mm ATENÇÃO
Ligam-se os cabos de maneira inadequada ou
incorr et
a, poderiam produzir-se anomalias
em todo o sistema eletrónico do veículo, bem
como acidentes e lesões graves.
● Nunca ligue o sistema elétrico do reboque
diretament
e às ligações elétricas dos grupos
óticos traseiros nem a outras fontes de ali- A
B
C
D
E
F
G mentação inadequadas. Utilize apenas conec-
tor
e
s adequados para ligar o reboque.
● A montagem posterior de um dispositivo de
reboque no
veículo só deverá o realizar uma
oficina especializada. ATENÇÃO
Se o dispositivo para reboque estiver mal
mont ado ou não f
or o adequado, o reboque
pode soltar-se do veículo trator. Isto poderia
provocar acidentes graves e lesões mortais. Aviso
Utilize unicamente dispositivos de reboque
que tenh am s
ido autorizados pela SEAT para
o modelo em questão. 302
Page 327 of 372

Verificação e reposição dos níveis
Depósito do limpa-vidros V erific
ar e r
epor o nível do depósito
limpa-vidros Leia atentamente a informação complemen-
tar
›
›› Página 61
Verifique regularmente o nível do depósito
limpa-vidros e reponha quando necessário.
O reservatório do lava para-brisas contém o
líquido de lavagem do para-brisas e do lava-
-faróis*.
● Abra o capô do motor ››
›
Página 318.
● O depósito do limpa-vidros é identificado
pelo símbolo na t
ampa.
● Verifique se há água suficiente no depósito
do limpa-v
idros.
Limpa-vidros recomendado
● Para as estações mais quentes recomenda-
mos G 052 184 A1 de
verão para vidros cla-
ros. Proporção da mistura no depósito da
água de lavagem: 1:100 (1 parte de concen-
trado por cada 100 partes de água).
● Para todo o ano, G 052 164 A2 para vidros
clar
os. Proporção aproximada da mistura no
inverno, até -18°C (0°F): 1:2 (1 parte de con-
centrado por cada 2 partes de água); caso
contrario, uma proporção de mistura de 1:4
no depósito da água de lavagem. Quantidades de enchimento
A quantidade de enc
himento do depósito é
de aproximadamente 3 litros em versões sem
sistema limpa-faróis e de 5 litros em versões
com limpa-faróis. ATENÇÃO
Se a água do lava-vidros não contém uma
quantida de s
uficiente de anticongelante, po-
de congelar no para-brisas e no vidro, limi-
tando a visibilidade dianteira e traseira.
● No inverno, utilize o limpa-vidros apenas
com prot
eção anticongelante suficiente.
● Não utilizar o sistema limpa-vidros com
temperat
uras muito baixas, sem aquecer pre-
viamente o para-brisas através do sistema de
ventilação. A proteção anticongelante pode-
ria congelar sobre o para-brisas e assim difi-
cultar a visibilidade. ATENÇÃO
Nunca misture anticongelante ou outros aditi-
vo s
similares não adequados na água do de-
pósito limpa-vidros. Poderia produzir-se uma
camada gordurosa sobre o vidro que prejudi-
caria a visibilidade.
● Utilize água limpa com um produto limpa-
-vidr
os recomendado pela SEAT.
● Se necessário, adicione à água do depósito
limpa-v
idros um anticongelante adequado. CUIDADO
● Nunc a mi
sture os detergentes recomenda-
dos pela SEAT com outros detergentes. Pode
produzir-se uma floculação dos componentes
e os difusores dos limpa-vidros podem ficar
obstruídos.
● Nunca confunda os líquidos de serviço du-
rante o pr
ocesso de enchimento. Isso poderia
provocar graves falhas de funcionamento e
danos no motor.
● A falta de líquido limpa-vidros provoca uma
perda de
visibilidade no para-brisas e, nos
modelos com lava-faróis, provoca uma perda
de visibilidade nas luzes. Bateria
Gener a
lid
ades Leia atentamente a informação complemen-
t
ar
›
›› Página 62.
A bateria está localizada no compartimento
do motor, e está praticamente isenta de ma-
nutenção. sendo controlada no âmbito do
Serviço de Inspeção. No entanto, verifique a
limpeza e o binário de aperto dos terminais,
especialmente no verão e no inverno.
Desligar a bateria
A bateria só deve ser desligada em casos ex-
cecionais. Ao desligar a bateria, «perdem-se» »
325
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
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Conselhos
Certifique-se que a bateria desmontada não
se pode tomb
ar
. Caso contrário poderia en-
tornar-se ácido sulfúrico! Rodas
R od
a
s e pneus
Observações gerais –
Se tiver montado pneus no
vos deverá con-
duzir com precaução especial durante os
primeiros 500 km.
– Quando subir a berma de um passeio ou
enfrentar outr
o obstáculo deste tipo, avan-
ce tanto quanto possível em ângulo reto.
– Verifique de vez em quando se os pneus
es tão d
anificados (picadas, cortes, fissuras
ou papos). Retire qualquer objeto estranho
do perfil do pneu.
– Substituir as jantes ou pneus danificados
sem perda de t
empo.
– Evite que os pneus fiquem sujos com óleo,
materi
ais gordurosos ou combustível.
– Substitua imediatamente os protetores das
válvul
as extraviados.
– Se as rodas forem desmontadas, identifi-
que-as, a fim de que, quando
voltarem a
ser montadas, seja conservado o anterior
sentido de marcha.
– Guardar as jantes e pneus desmontados
em lugar fre
sco, seco e tanto quanto possí-
vel escuro. Pneus novos
Os pneus
novos não dispõem, de início, da
sua máxima capacidade de aderência pelo
que nos primeiros 500 km se deve fazer uma
«rodagem» adequada, optando por uma ve-
locidade moderada e um estilo de condução
cauteloso. Isso irá refletir-se positivamente
na longevidade dos pneus.
Devido a caraterísticas de construção dife-
rentes e à estrutura do perfil, a profundidade
do perfil dos pneus novos poderá apresentar
diferenças - conforme a versão dos pneus e o
construtor.
Danos não visíveis
Os danos nos pneus e nas jantes estão fre-
quentemente encobertos. As vibrações fora
do normal e as guinagens unilaterais do veí-
culo poderão ser indício de um pneu danifi-
cado. Se suspeitar que uma das rodas está
danificada, reduza imediatamente a veloci-
dade. Verifique os pneus quanto a danos. Se
não forem detetados danos exteriores, dirija-
-se a baixa velocidade e com as necessárias
precauções ao serviço de assistência técnica
mais próximo e mande inspecionar o veículo.
Pneus com piso direcional
Nos pneus direcionais o flanco está marcado
por setas. É importante que seja sempre
mantido o sentido da marcha indicado. As-
sim garante-se um aproveitamento otimizado
das caraterísticas relacionadas com a
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